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Dermatoses comuns na infância

Dermatoses comuns na infância - Blackbook

Confira o resumo sobre dermatoses comuns na infância e uma lista com os principais problemas dermatológicos na Pediatria! As dermatoses são o conjunto de alterações e doenças que podem afetar a pele, as mucosas e seus anexos, como pelos, cabelos e unhas. A maioria dos problemas dermatológicos comuns na Pediatria pode ser resolvida pelo pediatra ou médico da família. Veja, a seguir, um resumo com os principais tópicos sobre dermatoses comuns na infância! Pontos-chave sobre dermatoses comuns na infância As dermatoses comuns na infância Abaixo, segue uma lista com os problemas dermatológicos recorrentes na Pediatria. Micoses superficiais Piodermites e acne Dermatites Dermatites eczematozas Dermatoviroses Dermatites por parasitas Estas são as dermatoses comuns na infância. Você também encontra sobre problemas dermatológicos em adultos em outras rotinas do app Blackbook, como: Quer saber mais detalhes sobre o que é, quando suspeitar e tratamento de cada uma dessas dermatoses? Baixe agora o app Blackbook e aproveite 7 dias para usar gratuitamente! BlackbookHá mais de 20 anos desenvolvemos conteúdo de saúde prático, confiável e inovador, que orienta os colegas da área da saúde nas melhores práticas clínicas.​ blog-blackbook.local

7 rotinas para o médico da família consultar no Blackbook

Médico da família - app Blackbook

Conhecimento nunca é demais para o médico da família. Saiba quais rotinas do Blackbook podem ajudar o profissional! O médico da família tem um papel essencial para a saúde e a qualidade de vida da população. Segundo estudo realizado em 20201, estima-se que há 7.149 profissionais atuando na Medicina da Família e Comunidade no Brasil. Foram considerados o número de inscrições nos Conselhos Regionais de Medicina e títulos de especialista. Figurando entre as 15 especialidades mais procuradas pelos residentes, o médico da família tem como prioridade o relacionamento com o paciente. Essa atenção primária, quando não auxilia as pessoas na resolução de problemas clínicos, tem papel decisivo no encaminhamento para especialistas. Além disso, destacamos que as orientações de promoção de saúde e de adoção de um estilo de vida saudável ajudam a prevenir problemas como obesidade, diabetes, tabagismo, alcoolismo, entre outros. Para o profissional da Medicina da Família e Comunidade, buscar o conhecimento e a solução para dúvidas para as tomadas de decisão são práticas essenciais. É por isso que separamos 7 sugestões de rotinas do conteúdo Blackbook para consultar sempre que necessário. Confira! Atenção primária à saúde É a porta de entrada e a base dos sistemas de saúde pública do mundo, inclusive do SUS. No Brasil, consiste em uma rede de atenção com base na Estratégia de Saúde da Família (ESF) e de Unidades Básicas de Saúde (UBS). Seu objetivo é prestar atenção básica, generalista, centrada na família e focada na comunidade.  A eficácia do sistema de saúde depende de um equilíbrio entre as ações curativas, de reabilitação, preventivas e de promoção de saúde, que deve ser coordenada dentro de uma equipe multiprofissional local. Os principais desafios da Atenção Primária pública são de financiamento e de gestão para conseguir implantar em cada ponto de atenção uma assistência de qualidade e que possa ser capaz de garantir resolutividade de 80 e 85% das demandas de saúde da população assistida. Na rotina de mesmo nome do Blackbook, você encontra a sistematização: Consulta de avaliação e promoção de saúde As consultas preventivas e de promoção de saúde são uma excelente oportunidade de estreitar o vínculo de confiança entre o profissional e o paciente. Isso tem impacto direto na adesão e eficácia de todos os tratamentos prescritos, bem como contribui para evitar doenças futuras, como hipertensão arterial, diabetes e obesidade. Rotinas e sistematizações de abordagem preventiva nessas consultas podem torná-las mais eficazes – sobretudo pela identificação e controle dos fatores de risco, orientações de promoção de saúde e mudanças de hábitos de vida nocivos ou que pioram a mortalidade. Como a demanda por consultas de controle sem queixas específicas tende a diminuir nos dias atuais, é importante que o profissional inclua essas ações preventivas nas demais consultas de controle de doenças crônicas ou por problemas agudos de saúde. Recomendações de promoção de saúde: Roteiro básico de anamnese e exame físico Uma das bases da prática profissional do médico é a capacidade de fazer uma avaliação detalhada e minuciosa do paciente pela sua história clínica e exame físico. Ela deve de abrangência sem deixar de ser objetiva e eficiente pela limitação do tempo.  Roteiros de anamnese e exame físico são muito úteis, sobretudo na fase aprendizado e início de carreira, até que o profissional adquira experiência e sistematize seu próprio atendimento. Além das questões técnicas relacionadas ao diagnóstico, essas habilidades estão fortemente relacionadas à formação e ao reforço do vínculo com o paciente, mostrando empatia, interesse e usando linguagem adequada para o entendimento.  Com o tempo e a experiência, o profissional desenvolve uma habilidade de dirigir, tanto a anamnese como o exame físico, para afastar ou confirmar de forma mais eficaz as hipóteses diagnósticas que vão aparecendo ao longo deste processo. Fundamentos da prescrição e da relação com o paciente Para abordar um paciente como um indivíduo singular e não como o portador de uma doença, o médico e demais profissionais de saúde precisam conhecê-lo e compreendê-lo melhor como pessoa. A prescrição é uma parte importante do cuidado médico, mas não é a principal. A qualidade do relacionamento médico paciente, a escuta qualificada dos problemas e queixas, e a capacidade de fazer o paciente adotar hábitos saudáveis de vida são muito mais importantes ao longo do tempo. É importante entender que, muitas vezes, o paciente precisa mais do médico, de sua atenção e cuidado, e não de medicamentos. Existem múltiplas considerações que o médico precisa fazer para a escolha adequada da terapia medicamentosa, como o diagnóstico, características de eficácia e segurança das alternativas medicamentosas, tipo e preferências do paciente, disponibilidade, custo, etc. Vacinas As imunizações e o saneamento básico são uma das formas mais eficazes e efetivas de prevenção de doenças e promoção de saúde. É uma obrigação do profissional de saúde cuidar para que todos os pacientes estejam com seu esquema vacinal atualizado. Vale lembrar que as vacinas são parte importante da atenção primária pública e postos de vacinação funcionam em grande parte das UBS (Unidades Básicas de Saúde) do SUS. Existem imunizações com ótima relação eficácia/segurança para doenças ou agentes específicos, como: Hipertensão arterial Hipertensão arterial é uma das doenças crônicas mais frequentes em adultos e o principal fator de risco cardiovascular. Acredita-se que mais da metade desses casos começam e podem ser abordados ainda na infância. É uma doença assintomática e seu diagnóstico depende da medida dos níveis pressóricos de forma periódica e frequente – sobretudo após os 55 anos, nos pacientes com obesidade abdominal e história familiar de hipertensão ou com outros fatores de risco cardiovascular. O tratamento inclui o uso de medicamentos e mudanças no estilo de vida que ajudam a reduzir os níveis pressóricos ou melhorar os demais fatores de risco. Embora o tratamento farmacológico deva ser iniciado precocemente, a estratégia de controle inicial apenas com medidas medicamentosas é questionável em termos de eficácia, sobretudo nos pacientes com risco cardiovascular elevado (> 10%). Diabetes O diabetes tipo 1 típico da infância e adolescência é a forma insulino-dependente de diabetes causada por falência de produção de insulina

Dezembro vermelho: veja as rotinas liberadas no Blackbook

Rotinas liberadas no app Blackbook - Dezembro Vermelho

ATENÇÃO: O conteúdo a seguir foi desenvolvido para profissionais e estudantes da área da saúde. Não deve ser utilizado como fonte de consultas por pessoas leigas. Neste Dezembro Vermelho, reforçamos a importância da luta contra o vírus HIV, a Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST). Para isso, liberamos duas rotinas do app Blackbook para consultas! A campanha de Dezembro Vermelho foi instituída pela Lei nº 13.504/2017. Ela alerta para a prevenção da Aids e de outras IST, além de reforçar a proteção dos direitos das pessoas infectadas e sua devida assistência. Neste Dezembro Vermelho, liberamos o acesso das rotinas sobre Infecção pelo HIV/Aids e Infecções sexualmente transmissíveis. Até o dia 31/12, você pode consultar gratuitamente os conteúdos completos para auxiliar nas tomadas de decisões clínicas. Veja um breve resumo das rotinas no Blackbook! Infecção pelo HIV/Aids A infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) pode evoluir para um estado de imunossupressão avançado e predisposição ao aparecimento de infecções por microrganismos oportunistas. Estes, por sua vez, podem levar ao óbito na ausência de diagnóstico ou de tratamento oportuno e adequado.   A terapia antirretroviral (TARV) permite uma importante melhora da qualidade de vida e redução da mortalidade dos pacientes com essa doença – que nos anos iniciais evoluía frequentemente de forma fatal. Já a prevenção combinada associa diferentes métodos de prevenção ao HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis através de: Essa cadeia de intervenção permitiu uma redução do número de novos casos na última década no Brasil. Os protocolos de tratamento das pessoas vivendo com HIV (PVHIV) são atualizados periodicamente e publicados online pelo Ministério da Saúde do Brasil. Infecções sexualmente transmissíveis As infecções sexualmente transmissíveis (IST) são condições predominantemente transmitidas por relações sexuais. Elas são causadas por mais de 30 agentes infecciosos diferentes, entre bactérias, vírus, fungos e protozoários. Representam importante problema de saúde pública no mundo, com impacto na qualidade de vida e nas relações sociais das pessoas acometidas. É essencial estabelecer uma relação de confiança entre o profissional de saúde e a pessoa com suspeita de IST para garantir um bom atendimento, adesão ao tratamento e retenção no serviço para exames de controle. Oito agentes infecciosos se destacam pela sua incidência e consequências clínicas, que são: O diagnóstico precisa ser precoce e o tratamento feito de imediato, idealmente na mesma visita, com abordagem adequada dos parceiros e contatos sexuais recentes. A abordagem das IST baseada apenas nas manifestações clínicas principais (abordagem sindrômica) não é mais recomendada, em função da sua baixa acurácia. Assim, essa estratégia deve ser reservada a situações em que não há recursos laboratoriais para definição diagnóstica, quando o tratamento orientado pelas principais hipóteses diagnósticas é justificável. Estes foram apenas breves trechos resumidos das rotinas que estarão com acesso gratuito no Blackbook em virtude do Dezembro Vermelho. No app ou na versão web, você confere detalhes sobre o que são as doenças, quando suspeitar, como confirmar e indicações de tratamentos, assim como orientações para pacientes. Se quiser ter acesso a essas e outras rotinas completas sempre que precisar, não perca a oportunidade: assine o Blackbook, a melhor ferramenta para tomada de decisão clínica! BlackbookHá mais de 20 anos desenvolvemos conteúdo de saúde prático, confiável e inovador, que orienta os colegas da área da saúde nas melhores práticas clínicas.​ blog-blackbook.local

7 estudos para avaliar evidências sobre Long COVID

Estudos sobre Long COVID - Blackbook

ATENÇÃO: O conteúdo a seguir foi desenvolvido para profissionais e estudantes da área da saúde. Não deve ser utilizado como fonte de consultas por pessoas leigas. A Long COVID é considerada uma doença pela OMS desde o fim de 2021. Embora os dados não sejam tão conclusivos, alguns podem contribuir para estudos de caso. Veja as pesquisas que separamos! A Long COVID (COVID longa) ou síndrome pós-COVID aguda trata-se do quadro persistente de sintomas atribuídos ao SARS-CoV-2. São manifestações clínicas novas, recorrentes ou persistentes, com possibilidade de aparecer até 3 meses após o início da infecção. Elas costumam durar ao menos 2 meses e não têm explicação em diagnósticos alternativos. Estudos já identificaram mais de 2001 sintomas em pacientes que apresentaram a condição. Em outubro de 20212, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu oficialmente a Long COVID como doença. Desde então, os dados ainda não são suficientes para avaliar evidências consistentes e, de fato, conclusivas. Para você ficar por dentro do assunto, listamos algumas pesquisas realizadas pela comunidade científica nos últimos meses.  1. Revista médica The Lancet Na primeira semana de agosto de 2022, um estudo da revista médica holandesa The Lancet trouxe o dado de que 1 a cada 8 pessoas que tiveram COVID acabam tendo COVID longa também. Esse número equivale a 12,7% da amostra. Vale ressaltar que houve uma comparação entre o número de pacientes que manifestaram sintomas novos ou persistentes após a infecção e os que só tiveram a Long COVID, sem ter quadros de COVID nos meses anteriores. A proporção foi de 21% para 9%. Por conta disso, foi considerado um dos primeiros relatórios abrangentes sobre a síndrome pós-COVID aguda. Afinal, esses dados sobre a população não infectada ajudam a entender e identificar melhor os principais sintomas dessa nova doença. Veja a pesquisa completa na publicação da The Lancet! 2. Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de Minas Gerais Já a pesquisa da Fiocruz tem um recorte mais específico. Foram acompanhados 646 pacientes de Minas Gerais diagnosticados com COVID-19, durante 14 meses. Mais da metade (50,2%) apresentou sintomas persistentes. Nessa pesquisa, foram identificados 23 sintomas, sendo a fadiga o principal deles –– indicada por 35,6% dos pacientes. Logo em seguida, vem: A Fiocruz ainda apontou três formas de Long COVID: grave, moderada e leve. A manifestação moderada foi a mais incidente, presente em 75,4% dos pacientes. Confira os detalhes na publicação da Fiocruz! 3. Organização Mundial da Saúde (OMS) No Relatório Europeu da Saúde 2021, a OMS apresentou algumas estimativas sobre a Long COVID. De acordo com a Organização, 10% a 20% dos pacientes com COVID-19 tiveram sintomas persistentes por semanas e até meses após a fase aguda da infecção. Quanto aos sintomas, são considerados “imprevisíveis e debilitantes” pela OMS, com danos inclusive para a saúde mental dos pacientes. A fadiga, a falta de ar e a disfunção cognitiva são alguns dos destacados na publicação. Entenda mais sobre as estimativas na publicação da Agência Brasil, com dados da OMS! 4. King`s College de Londres (tipos de sintomas) A universidade King`s College fez um estudo com base em relatos de pacientes no app Zoe COVID –– ferramenta usada no Reino Unido para monitorar os sintomas da infecção. Com isso, notou três tipos de manifestações clínicas para a categorização. Os sintomas se dividem em: Conheça os detalhes do estudo na publicação da King`s College London! 5. King`s College de Londres (variante Ômicron) Outro estudo da universidade britânica diz respeito à variante Ômicron. Segundo a publicação, ela tem menor chances de causar a Long COVID, quando comparada à variante Delta. Os dados utilizados para o levantamento são da mesma plataforma anterior, app Zoe. Pela análise dos sintomas e duração dessas manifestações, temos que os casos da síndrome pós-COVID aguda foram de 20% a 50% menos incidentes durante a onda da variante Ômicron. A proporção de pacientes com Long COVID entre dezembro de 2021 e março de 2022 foi de 4,5% (pico da Ômicron) para 10,8% (surto da variante Delta). Acesse a publicação da The Lancet na íntegra! 6. Centro de pesquisa APC Microbiome Ireland A pesquisa contou com 988 participantes que tiveram sintomas persistentes de COVID e foi realizada em parceria com Cork University Hospital (CUH) e o Long Covid Advocacy.  O resultado nos mostra que 90% ainda não retomaram a saúde plena. Além disso, após um ano que tiveram a doença, dois a cada três continuam sentindo sintomas como: Esses sintomas têm grande impacto no dia a dia dessas pessoas. Por exemplo: Leia a publicação completa na HBR Open Research! 7. Universidad Rey Juan Carlos O estudo da universidade espanhola entrevistou 668 pessoas que tiveram COVID. Desse total, 360 precisaram de internação e 308 ficaram em casa até a recuperação da doença. O resultado foi que 67% delas ainda percebem sintomas como fadiga, perda de memória e dores no corpo após quase dois anos da infecção. Entre as complicações mais comuns a pacientes do grupo dos hospitalizados está a falta de ar. Já para as pessoas que não foram internadas, a perda de olfato está em destaque. 23 meses após o diagnóstico de COVID, 59,7% dos pacientes que foram hospitalizados ainda estão com ao menos um sintoma da COVID longa. Já entre os que se recuperaram em casa, essa porcentagem sobe para 67,5%. Confira a publicação na revista médica JAMA! A síndrome pós-COVID aguda, COVID longa ou Long COVID pode ser um de seus temas de estudo nos próximos meses para encontrar o tratamento adequado aos pacientes. Por isso, é importante acompanhar de perto os estudos realizados para colocar em prática os preceitos de análise da Medicina baseada em evidências. Você sabia que o app Blackbook tem rotinas completas sobre a COVID-19? Você encontra conteúdos sobre os sintomas persistentes, sobretudo, neste tópico: Basta pesquisar por Long COVID na nossa ferramenta de buscas rápida e eficiente para encontrar as informações. Ainda não tem o app Blackbook no seu celular? Assine agora mesmo e aproveite 7 dias grátis! Fonte: 1. The Lancet 2. OMS BlackbookHá mais de 20 anos