Leptospirose

Imagem de wirestock no Freepik ATENÇÃO: O conteúdo a seguir foi desenvolvido para profissionais e estudantes da área da saúde. Não deve ser utilizado como fonte de consultas por pessoas leigas. Com o aumento do período de chuvas e, consequentemente, enchentes e inundações, cresce o número de contaminações por leptospirose. Acompanhe um resumo da rotina! A leptospirose é uma doença infecciosa causada por bactérias espiroquetas do gênero Leptospira, que acomete humanos e animais. Considerada uma zoonose humana e veterinária importante, ela é transmitida pelo contato com água e lama contaminados com urina de animais infectados – geralmente roedores. O risco é maior em áreas urbanas com condições precárias de saneamento e em regiões com risco aumentado de enchentes. Contudo, também há casos de infecção durante o trabalho ou recreação em águas poluídas. Nas próximas linhas, você encontra o resumo da rotina sobre leptospirose, um dos novos conteúdos do app Blackbook. Confira! Sinais e sintomas da leptospirose Os casos variam de leves e oligossintomáticos até casos graves. Os sintomas mais frequentes ocorrem na chamada fase aguda da doença (primeiros 10 dias), sendo predominantemente: No exame físico, a presença de hiperemia conjuntival é bastante comum e reforça o diagnóstico clínico da doença. Na fase aguda, os casos são sempre leves e regridem em 3 a 7 dias. Contudo, em 15% dos pacientes, a doença pode evoluir na segunda semana para a chamada fase imune. Esta ocorre quando notam-se sinais de alarme de complicações como: A doença se divide em forma anictérica, mais leve, e na forma ictérica, que é mais grave e está relacionada ao acometimento de múltiplos órgãos. A leptospirose íctero-hemorrágica, forma mais grave da doença, também é conhecida como doença de Weil ou Weil-Vasiliev e corresponde a 5-10% do total de casos. Diagnóstico O diagnóstico da leptospirose é feito por exames sorológicos, como microaglutinação, ELISA ou imunofluorescência (mais disponíveis na prática). Ademais, por cultura ou testes moleculares (como reação em cadeia da polimerase – PCR) tanto no sangue ou na urina, sendo a comprovação laboratorial importante para fins epidemiológicos e de acompanhamento clínico. Algumas alterações laboratoriais são características das formas graves de leptospirose, como icterícia com predomínio de bilirrubina direta, elevação moderada das aminotransferases e aumento da ureia e da creatinina com hipopotassemia (ao contrário do que ocorre na maior parte dos casos de lesão renal aguda). Tratamento de leptospirose Além do tratamento suportivo, que varia conforme a gravidade da doença, é importante iniciar a terapia antibiótica o mais precocemente possível para evitar as complicações, mesmo antes da confirmação laboratorial – sobretudo nos casos com icterícia ou outros sinais de alarme de gravidade. Os casos leves podem ser tratados ambulatorialmente com doxiciclina ou amoxicilina, enquanto os casos graves são tratados com ceftriaxona, penicilina cristalina ou doxiciclina IV – sendo esta última preferencial quando o diagnóstico diferencial com febre maculosa ainda for uma possibilidade. Considerações importantes O diagnóstico diferencial envolve infecções virais agudas. Nas formas graves, vale considerar a possibilidade de dengue hemorrágica ou síndrome do choque da dengue, riquetsiose (febre maculosa), malária, sepse bacteriana e hantavirose e doenças não infecciosas, como vasculites autoimunes, púrpura trombocitopênica trombótica e síndrome hemolítica urêmica. A prevenção inclui evitar o contato com água ou solo contaminado, usar luvas e botas apropriadas ao trabalhar em áreas e situações de risco e alertar a população sobre os riscos e sintomas de alerta após situações de enchentes e alagamentos ou em áreas de alagamento periódico rotineiro. Este foi o resumo da rotina sobre leptospirose. No app Blackbook, você encontra detalhes a respeito de conceitos, sinais e sintomas, como confirmar o diagnóstico e formas de tratamento. Quer acessar os conteúdos completos? Então, não perca tempo e baixe o app Blackbook para conferir!
Como saber quais são os medicamentos disponíveis no SUS?


Receitar medicamentos disponíveis no SUS é um dos cuidados que o profissional da saúde pode adotar em prol da adesão ao tratamento. Saiba como encontrar essas informações de disponibilidade! Uma das grandes preocupações que afetam o médico prescritor é saber se o paciente vai utilizar o medicamento que foi receitado. Esse problema fica ainda pior quando o quadro clínico é grave e não pode ser acompanhado – ou nas situações em que a droga é de alto custo. De fato, a falta de adesão ao tratamento é um problema que envolve todos os profissionais de saúde. Quando o caso diz respeito especificamente ao tratamento farmacológico, porém, os principais envolvidos são médicos, enfermeiros e farmacêuticos. Cada profissional pode auxiliar da melhor maneira possível a envolver o paciente para descobrir os motivos da não adesão e tentar mudar essa realidade. Mas e quando o problema é o custo do tratamento? Profissionais da rede pública conseguem saber com facilidade os medicamentos disponíveis no SUS. Contudo, para aqueles que atuam no sistema privado de saúde, isso pode ser um problema. Alguns medicamentos relativamente novos, como a dapagliflozina, podem ser diferenciais em um tratamento, mas o alto custo poderia inviabilizar o uso pelo paciente. Afinal, uma caixa chega a custar mais de 200 reais. As drogas disponíveis na rede pública Os medicamentos disponíveis no SUS estão listados por categorias segundo o agente financiador e distribuidor. Dependendo da categoria, alguns documentos além da prescrição serão necessários. Isso acontece porque a distribuição de determinados medicamentos (principalmente os de alto custo) ocorre apenas para indicações específicas, e é preciso comprovar a necessidade através de laudos. A primeira lista que precisamos conhecer é a chamada RENAME: Relação Nacional de Medicamentos Essenciais. Ela é publicada a cada 2 anos e contém todos os medicamentos a serem disponibilizados na rede pública de saúde. Também se divide em 3 componentes: básica, especializada e estratégica. Básica Medicamentos do componente básico são distribuídos pelo município. Ou seja, são aqueles que a pessoa consegue pegar no posto de saúde, precisando apenas que a prescrição (em 2 vias) seja pelo nome da fórmula (ou nome genérico). Especializada Os medicamentos do componente especializado são, geralmente, distribuídos em um local centralizado, gerido pela Secretaria de Saúde do Estado. Mas essa aquisição é um pouco mais burocrática: exige o preenchimento de um formulário, além das duas vias da receita e, em alguns casos, de laudo que comprove a necessidade. A documentação precisará ser aprovada para que o fornecimento ocorra. Estratégica Por fim, temos os medicamentos do componente estratégico, voltados para ações específicas de combate a doenças. Temos como exemplo medicamentos para HIV/Aids, malária, tuberculose etc. Essa distribuição geralmente ocorre nos postos de saúde e costuma estar atrelada ao cuidado com o paciente, que será acompanhado durante o tratamento. Nem todos os medicamentos listados na RENAME estarão disponíveis, pois estados e municípios, através de avaliações epidemiológicas periódicas, podem definir aqueles de que necessitam, criando assim as listas estaduais e municipais (REMUME). Todas essas listas, assim como a relação de documentos e o local de distribuição estão disponíveis na internet. Porém, em alguns casos, pode ser necessário entrar em contato com a secretaria de saúde local. Medicamentos disponíveis no SUS: como encontrar no app Blackbook O Blackbook acredita que o custo do tratamento e sua disponibilidade são ferramentas essenciais para o prescritor. Por isso, colocamos essas informações em destaque: A primeira informação que aparece é o resumo. Nele, é possível verificar se existe genérico e se o medicamento é distribuído na rede pública ou pelo programa Farmácia Popular. Logo em seguida, mostra uma média de custo diário do tratamento, informação particularmente importante quando se trata de uso contínuo. No exemplo acima, podemos ver claramente a diferença nos custos do tratamento para duas opções utilizadas na insuficiência cardíaca. Na seção de medicamentos do Blackbook, também podemos verificar que o enalapril possui genérico e é distribuído na rede básica de saúde ou através do Programa Farmácia Popular. Já a dapagliflozina não tem genérico, mas é distribuído pelo componente especializado da Assistência Farmacêutica, ou seja, pode ser adquirido após solicitação em farmácias centralizadas. O cuidado com a saúde vai muito além do diagnóstico e da prescrição. É essencial que o profissional de saúde esteja ciente do custo do tratamento, confirme que se trata de medicamentos disponíveis no SUS, e, principalmente, converse sobre isso com seu paciente. O custo não é o único empecilho, pois, dependendo do caso, os parâmetros burocráticos exigirão muita paciência e persistência do paciente ou de seus familiares. Expor os riscos e os benefícios e envolver a pessoa na tomada de decisão, dando a ela parte da responsabilidade, ajudará a estabelecer uma boa relação de confiança. Contar com o Blackbook nas tomadas de decisão clínica é simples. Quer saber como? Baixe agora o app para aproveitar esse e outros benefícios!
Hipertensão arterial


ATENÇÃO: O conteúdo a seguir foi desenvolvido para profissionais e estudantes da área da saúde. Não deve ser utilizado como fonte de consultas por pessoas leigas. A hipertensão arterial é a doença crônica mais comum no adulto e o principal fator de risco cardiovascular. É assintomática, e seu diagnóstico depende da medida dos níveis pressóricos de forma periódica e frequente, sobretudo após os 55 anos, nos pacientes com obesidade abdominal e história familiar de hipertensão ou com outros fatores de risco cardiovascular. Nas próximas linhas, veremos um resumo da rotina sobre hipertensão arterial. Confira! Sinais e sintomas da hipertensão arterial Os níveis normais de pressão arterial no adulto são abaixo de 140 mmHg de sistólica e 90 mmHg de diastólica. Porém, pontos de corte de 130 x 80 mmHg podem ser mais adequados dependendo do nível de risco cardiovascular calculado e comorbidades. Em idosos acima de 80 anos, a meta pode ser de 150/90 mmHg. Manter a pressão arterial abaixo de 140/90 mmHg reduz risco de acidente vascular encefálico em 40%, de infarto agudo do miocárdio em 25% e de insuficiência cardíaca em 50%, com grande impacto na mortalidade. A hipertensão arterial é essencial ou idiopática em 95% dos casos. Nas demais situações é secundária a doenças nefrourológicas, renovasculares, coarctação da aorta, endocrinológicas, tumores, efeito colateral de drogas, etc., exigindo um diagnóstico diferencial cuidadoso. Diagnóstico A técnica correta e os equipamentos adequados para a medição dos níveis pressóricos, além da repetição das medidas na mesma consulta e em visitas consecutivas, são essenciais para definir o diagnóstico e indicar o início do tratamento. É essencial reconhecer e evitar os principais erros de medição, assim como as técnicas de minimizar os efeitos do estresse e a “hipertensão do avental branco” (ou síndrome do jaleco branco). Os novos protocolos internacionais consideram a medida com equipamentos automáticos adequados tão confiável quanto a medida clássica por técnica auscultatória. A abordagem inicial combina a confirmação dos níveis pressóricos elevados, a busca de sinais clínicos de repercussão em outros órgãos e o cálculo do risco cardiovascular para definir o início do tratamento. A monitorização ambulatorial da pressão arterial por 24 horas (MAPA) e a medição residencial da pressão arterial (MRPA) são formas eficazes de diagnosticar os casos duvidosos ou monitorar melhor os efeitos do tratamento nos casos mais complexos. A automonitorização da pressão arterial é cada vez mais uma ferramenta auxiliar importante, tanto no diagnóstico como na adesão do paciente ao tratamento e no seu autocuidado. Os cuidados com o paciente hipertenso são um dos principais focos da Atenção Primária e devem ser multiprofissionais, envolvendo enfermeiros, agentes comunitários e demais profissionais disponíveis. Tratamento para hipertensão arterial O tratamento inclui o uso de medicamentos e mudanças no estilo de vida que ajudam a reduzir os níveis pressóricos ou melhorar os demais fatores de risco. É importante iniciar o tratamento farmacológico precocemente. Porém, a estratégia de controle inicial apenas com medidas medicamentosas é atualmente questionável em termos de eficácia, sobretudo nos pacientes com risco cardiovascular elevado (> 10%). Geralmente, inicia-se com monoterapia. Contudo, o uso de duas drogas combinadas já no início do tratamento pode ser mais adequado se os níveis pressóricos estiverem acima de 150/90 mmHg (hipertensão estágio II). Existem 4 alternativas principais de monoterapia (tiazídicos, inibidores de ECA, bloqueadores dos receptores de angiotensina e bloqueadores dos canais de cálcio). A escolha de um ou de uma combinação de dois deles deve considerar: No acompanhamento da doença, exames laboratoriais, ECG e ecocardiograma ajudam a monitorar os demais fatores de risco cardiovascular e as repercussões ou complicações da hipertensão arterial. O ajuste das doses deve ser feito em intervalos de 2 a 4 semanas até atingir os níveis alvo de pressão arterial. Casos especiais Os casos de hipertensão secundária exigem terapia clínica ou cirurgias corretivas de acordo com a causa primária. Na gestante, a hipertensão pode se apresentar como: Mais raramente, a hipertensão se apresenta como urgência ou emergência, com níveis muito elevados e repercussão aguda em órgão alvo. Este foi um resumo da rotina sobre hipertensão arterial no adulto. No app Blackbook, você encontra o conteúdo completo com conceitos gerais, quando suspeitar, como confirmar e indicações de tratamento. Se ainda não testou os benefícios do Blackbook, aproveite agora para baixar o app no seu celular! Os 7 primeiros dias de uso são gratuitos na versão premium, com todo o conteúdo na íntegra.
Saiba por que o app Blackbook é melhor que o livro!


Ao longo da nossa história, o conteúdo Blackbook garantiu a venda de mais de 500 mil exemplares de livros. Os manuais de Clínica Médica, Pediatria e Enfermagem foram sucesso entre os profissionais de saúde, que ganharam um importante aliado nas tomadas de decisão e no atendimento clínico. De fato, não há como negar a importância dos livros Blackbook para milhares de médicos e enfermeiros do país. Mas para continuar reforçando as melhores práticas na saúde brasileira, precisamos nos adaptar a novas formas de consumo de conteúdos, tão seguras e confiáveis quanto as páginas impressas. Foi então que lançamos o Blackbook digital, que você pode acessar pelo celular com o app ou pelo computador e tablet na versão web. Neste conteúdo, listamos 7 motivos que mostram que, entre o app Blackbook e o livro, a versão digital sai na frente. Confira! 1. Todos os livros reunidos em um só lugar Antes de existir o app, só tinha acesso ao conteúdo completo Blackbook quem comprava as edições de Clínica Médica, Pediatria e Enfermagem separadamente. Hoje, a versão digital reúne os 3 livros com diversas atualizações e dezenas de capítulos novos em um único dispositivo – que cabe no seu bolso e que você pode levar para qualquer lugar. No app, você encontra todas as informações essenciais para ajudar na sua tomada de decisões no dia a dia: 2. Sempre na sua mão O celular já faz parte do nosso dia a dia para as mais diversas tarefas, inclusive a de buscar informações de qualidade e confiança. Ele está na palma das mãos todo momento, assim como o app Blackbook. Não é preciso levar mais nada consigo para o plantão ou para os estudos: já está com você pelo dispositivo móvel. 3. Busca rápida e fácil Na versão digital, você pesquisa o tema que procura no conteúdo Blackbook e, em instantes, tem os resultados na tela do seu celular, tablet ou computador. Não é preciso folhear páginas e capítulos para localizar a intenção de busca. Essa ferramenta de busca é especialmente útil para identificar assuntos relacionados que não são o tema-chave de uma rotina – por exemplo, orientações sobre Long COVID que se encontram na rotina sobre COVID-19. Para quem se preocupa que materiais digitais precisam de internet e que, por isso, o livro é melhor, aqui vai mais um benefício: o app Blackbook funciona offline no seu celular (Android e IOS)! 4. Links entre rotinas e medicamentos Durante a navegação pelo app, pode aparecer alguma dúvida ou um assunto interessante para motivar uma nova leitura. O conteúdo Blackbook proporciona essa navegação intuitiva, com links para outras rotinas e até para informações sobre medicamentos. Por exemplo, na abordagem das arboviroses (dengue, chikungunya e zika), os medicamentos mais indicados para tratamento nos diferentes cenários têm links para a seção de drogas – que traz as apresentações disponíveis, doses e indicações, entre outros dados essenciais para a prescrição. 5. Meu Blackbook: personalização e seção de favoritos O Meu Blackbook é uma das melhores ferramentas do app. Ele funciona como uma pasta pessoal, para onde vão os conteúdos que você sinaliza como importantes, tanto na seção de rotinas quanto na de medicamentos. Então, sempre que quiser consultá-los novamente, basta clicar nessa seção e localizar rapidamente sua intenção de busca. É ideal para os temas mais recorrentes na sua prática clínica ou para assuntos que você deseja ler no tempo livre, por exemplo. É um jeito totalmente personalizado de usar o aplicativo e deixá-lo otimizado às suas demandas do dia a dia profissional. 6. Disponibilidade em diversas plataformas e uso multitelas O Blackbook em sua versão digital é bastante versátil e prático. Você escolhe como quer consumir os conteúdos e, em especial, em qual plataforma. Além do app, que você baixa no celular, ainda é possível acessar os conteúdos no navegador do seu tablet ou computador. Essa prática favorece as consultas durante o plantão ou nos momentos de estudo, por exemplo. Também dá para usar o conteúdo Blackbook em múltiplas telas. Então, se estiver consultando uma rotina no computador, pode abrir informações de medicamentos ou mesmo de outras rotinas no celular. Para solucionar dúvidas rápidas, relembrar temas e checar detalhes, é um grande diferencial. 7. Atualizações sem precisar comprar um novo livro Produzir um livro com conteúdos de saúde seguros, confiáveis e de qualidade não é um processo rápido. Afinal, há toda a parte de estudos nas diversas e mais atuais fontes para a curadoria do conhecimento, redação dos textos, escolha das imagens ilustrativas, edição gráfica, impressão e distribuição. São longos meses até chegar ao resultado. Para o profissional ter sempre a versão mais atualizada, precisa comprar novos livros logo que são lançados. O app Blackbook, por sua vez, tem atualizações bem mais rápidas, praticamente instantâneas. À medida que os conteúdos são atualizados ou criados, são imediatamente disponibilizados para os assinantes. Tudo isso sem custo adicional na sua assinatura, com o melhor custo-benefício. Entre o app Blackbook ou o livro, vimos as diversas vantagens da versão digital da melhor ferramenta de decisão clínica. Você encontra informações confiáveis para seu dia a dia profissional de um jeito prático e eficiente. Para um atendimento ainda mais completo ao seu paciente, faça consultas nas seções de rotinas e medicamentos do Blackbook! 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