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Rotinas do Blackbook: o conteúdo ideal para suas decisões clínicas

Telas de celular com ilustrações das rotinas do Blackbook

As rotinas do Blackbook são completas, organizadas e adaptadas à realidade da saúde brasileira. Saiba como aproveitar melhor esse conteúdo em seu dia a dia profissional! Está com dificuldade de encontrar informações completas em fontes confiáveis de pesquisa? O Blackbook pode ser a solução! Produzido por uma empresa com mais de duas décadas de atuação no mercado editorial de saúde, o app reúne conteúdos completos para profissionais das áreas de Medicina, Enfermagem e afins. Para “dar vida” às rotinas do Blackbook, convidamos especialistas em suas áreas de atuação, professores com doutorado e grande experiência clínica. Nosso maior objetivo é oferecer aos profissionais da saúde um material escrito a partir de vivência prática e acadêmica – justamente para solucionar as dúvidas que a maioria dos livros não tira. Esse planejamento criterioso com foco na prática baseada na melhor evidência científica, somado às atualizações constantes, rende uma ferramenta que, de fato, faz a diferença no dia a dia profissional. Neste texto, trouxemos dicas e informações valiosas para você tirar melhor proveito das rotinas do Blackbook. Acompanhe! Como as rotinas do Blackbook são organizadas? Cada rotina é dividida em temas e subtemas, que ficam separados por cores e blocos de textos – que se parecem com cards. Você pode marcar como favorito qualquer um desses cards no sistema do Meu Blackbook. Normalmente, cada rotina conta com tópicos como os listados abaixo. Pontos-chave Esse é o resumo do que você vai encontrar na rotina, separados em tópicos curtos e repletos de links para outros conteúdos. Logo que você abre o tema, é o primeiro conjunto de informações que aparece. O campo dá uma ideia geral sobre o tema e, inclusive, é um dos conteúdos gratuitos do Blackbook, acessível até mesmo para não assinantes. O que é Reúne os conceitos e características básicas da doença ou problema clínico, além de suas diferentes formas de apresentação, lista de fatores de risco e possíveis causas. Também inclui fatores agravantes, impacto na saúde individual e coletiva, prevalência, morbimortalidade e outras informações importantes para o tema em questão. Pode ter um ou mais “cards”, dependendo da complexidade do assunto. Algumas rotinas ainda contam com tabelas e listas nesta primeira aba, para tirar dúvidas do que se trata o tema. Quando suspeitar Aqui estão os sinais e sintomas mais comuns em pacientes com essa doença. Também apresenta as formas como ela costuma se apresentar nos diversos níveis de atenção médica – ambulatórios e consultórios, salas de urgência, enfermarias, unidades de tratamento intensivo ou por achados inesperados em exames laboratoriais ou de imagem. Outras informações importantes são as queixas, história clínica e achados no exame físico, divididas por níveis, como comuns, típicas, raras etc. Quando pertinente, há orientações sobre dados mais relevantes a serem pesquisados na anamnese e no exame clínico. Como confirmar Este tópico traz informações seguras e precisas para confirmar ou afastar cada hipótese de diagnóstico, sendo ampliada a história e o exame físico, o uso de critérios e escores específicos ou solicitando exames laboratoriais ou de imagens. Somado a isso, tem dicas sobre a interpretação correta de cada um desses exames. Em muitos casos, apresenta também uma lista dos diagnósticos diferenciais ou uma descrição resumida dos principais diagnósticos alternativos a serem considerados. Tratamento É onde você encontra dados sobre abordagens gerais, orientação ao paciente, tratamento (medicamentoso ou não) para a doença ou situação clínica específica e suas variações e estágios de gravidade.  Na prescrição de medicamentos, além dos esquemas terapêuticos definidos para cada situação, cada um deles vem com o link para seu card na seção de drogas. Nesse local, você consulta rapidamente todas as informações que precisa para uma prescrição segura e adequada para cada paciente específico: Os tratamentos se dividem em abordagens ambulatoriais típicas da atenção primária, situações que exigem abordagem mais especializada, os casos de emergência e os tratamentos nos pacientes com formas mais graves da doença que exigiram internação, inclusive em terapia intensiva. Também inclui os procedimentos terapêuticos e as descrições dos tratamentos cirúrgicos e quando são indicados.  Estes são os tópicos centrais da maioria das rotinas do Blackbook. Mas há exceções, sobretudo para organizar as condutas e abordagens de outros profissionais de saúde, de acordo com a temática em questão. Por exemplo, você pode encontrar subtemas como: Por que acessar o Blackbook? Não é só a maior confiabilidade e organização das informações que tornam o Blackbook a melhor ferramenta para suas decisões clínicas – embora sejam dois dos grandes benefícios para usar no plantão, no consultório, com os pacientes internados, para estudar e aprimorar seus conhecimentos. Reunimos uma série de motivos para adotar o app (ou o Blackbook Web, se assim preferir) como recurso de apoio ao seu dia a dia profissional. Confira! Rotinas organizadas e com linguagem acessível Vimos, então, que cada enfermidade ou situação clínica se divide em abas de acordo com as abordagens profissionais. Essa sistematização ajuda a localizar o trecho de informação que você deseja de forma rápida e prática. A navegação dentro de cada tema é rápida e pode ser feita pelas abas horizontais (o que é, quando suspeitar, como confirmar, tratamento). Mas você também tem a opção de visualizar o menu lateral, que inclui cada subtítulo dos cards e os links. Note que esses recursos formam uma rede de navegação que permite encontrar rapidamente informações complementares na própria rotina. Você ainda confere em outros temas relacionados ou busca informações sobre cada medicamento citado (doses, apresentações, efeitos colaterais, contraindicações, formas de usar ou de preparar, etc). Depois de cada consulta a um tema paralelo, basta clicar na seta de voltar (no alto da tela, à esquerda) para retornar onde estava e continuar a pesquisa ou estudo. Ao longo dos conteúdos das rotinas Blackbook, você também vai notar uma vasta quantidade de imagens para ilustrar os casos clínicos. O acervo contribui para a melhor compreensão dos sinais, sintomas, técnicas de exame físico, exames de imagem, ilustrar o cenário de tratamento, entender o passo a passo de procedimentos diagnósticos ou terapêuticos  em questão. Em alguns tipos de rotinas, como

Assistência ao pré-natal

Assistência ao pré-natal - Confira a rotina do app Blackbook

A assistência ao pré-natal é uma atuação da equipe multiprofissional de saúde e pode prevenir riscos para a gestante e o bebê. Saiba o que você vai encontrar na rotina do app Blackbook sobre este tema! O pré-natal é uma combinação de condutas de vigilância, antecipação (rastreamento), prevenção e abordagem das situações de risco. Ela se alia a medidas de promoção de saúde, orientações e atividades educativas, que ajudam a assegurar o desenvolvimento normal da gestação com o nascimento de um bebê saudável, sem impacto na saúde materna. É essencial garantir a toda gestante o acesso à atenção pré-natal de qualidade, integral, de forma estratificada por nível de risco, com rotinas baseadas nas melhores evidências e práticas, experiência humanizada e custo-efetiva. Tendo isso em mente, o Blackbook reuniu uma série de informações valiosas para orientar a assistência ao pré-natal. A seguir, você confere o resumo desta nova rotina do app! O pré-natal de baixo e alto risco O impacto do pré-natal na redução da mortalidade materno-fetal é maior quanto menor for o nível socioeconômico e as condições de saúde materna prévia. A principal função do pré-natal de baixo risco é identificar os casos que vão desenvolver complicações – que chegam a 15% do total. Nesses cenários de alto risco, intervenções e acompanhamento com especialistas são essenciais. A estratificação de risco é a parte inicial mais importante da primeira consulta, mas é refeita de forma contínua ao longo do pré-natal. O nível de risco habitual permite planejar a assistência pré-natal, reservando os cuidados de maior tecnologia e complexidade para os casos de alto risco. Isso melhora bastante os resultados e reduz custos. É essencial pesquisar os critérios de gestação de alto risco relacionados à mãe ou à gestação para encaminhar e agendar uma consulta com especialista na gestação de alto risco. As boas práticas nas consultas de pré-natal A primeira consulta deve ser precoce, idealmente por volta da 10ª semana. A recomendação é realizar como rotina ao menos 8 atendimentos. Como regra geral, as consultas de acompanhamentos (geralmente intercaladas entre o médico e o enfermeiro na atenção primária da gestante de baixo risco) podem ser: O acolhimento inicial envolve o estreitamento do vínculo profissional, com a escuta dos problemas e a resolução de dúvidas, seguido da coleta completa de dados e da confecção do cartão da gestante. O exame físico dirigido ao pré-natal inclui: Na coleta de dados, é possível identificar outras questões e, com isso, solicitar os exames adequados. Onde o pré-natal deve ser feito As gestantes de baixo risco podem fazer o pré-natal na atenção primária com os médicos de família, enfermeiros e com a equipe da Unidade Básica de Saúde à qual a família está vinculada. Já as gestantes classificadas como alto risco devem ser atendidas por especialistas da atenção secundária ou terciária, em centros de referência na assistência obstétrica e perinatal de maior complexidade. Idealmente, vale intercalar essas consultas especializadas com as da atenção primária, de forma coordenada entre as equipes. Nesse sentido, nota-se que a assistência ao pré-natal deve ser compartilhada pela equipe multiprofissional em busca de um atendimento completo à paciente. Rotina de assistência ao pré-natal Os dados mais importantes a serem registrados em cada consulta ao longo do pré-natal são idade gestacional, pressão arterial, ganho de peso, medida útero-fita, batimentos cardiofetais e movimentação fetal. Nessas consultas, vale incentivar a presença do companheiro(a). Além disso, separar algum tempo para responder as dúvidas e orientar paciente e acompanhante, inclusive sobre os planos de parto. Ademais, é importante pedir os exames de rotina, como definido no protocolo local, e providenciar as vacinas indicadas para a gestante de acordo com seu histórico vacinal. Entre outras boas práticas da rotina de assistência ao pré-natal, ressaltamos: Sinais e sintomas a serem notados As consultas também são o momento ideal para anotar, resolver e/ou encaminhas as queixas. É essencial registrar todos os fatores de risco e problemas identificados para solução e acompanhamento. Se for o caso, realizar a mudança na estratificação de risco com encaminhamento ao pré-natal de alto risco. As intercorrências mais frequentes durante a gestação são hipertensão arterial, anemia, diabetes gestacional, infecção urinária, pré-eclâmpsia. Em tais consultas,também se identificam as emergências obstétricas para encaminhamento imediato aos centros de referência de emergência obstétrica (geralmente nas maternidades de referência). As mais comuns são: A atenção puerperal é feita em uma visita domiciliar precoce após a alta e na consulta do quinto dia. Nessa consulta é realizada uma rotina específica de avaliações e cuidados com a puérpera e com o recém-nascido. Este foi um resumo com algumas das rotinas e boas práticas de assistência ao pré-natal. Você encontra o conteúdo completo no app Blackbook. Além das orientações para consultas, exames e outras abordagens, confira informações sobre prescrições e possíveis complicações nesses atendimentos. A rotina sobre assistência ao pré-natal foi feita por especialistas para auxiliar as suas tomadas de decisões clínicas. Para acessar esse e outros conteúdos completos, seja um assinante do app Blackbook! Aproveite que os 7 primeiros dias são gratuitos em qualquer um dos planos. BlackbookHá mais de 20 anos desenvolvemos conteúdo de saúde prático, confiável e inovador, que orienta os colegas da área da saúde nas melhores práticas clínicas.​ blog-blackbook.local

Aproveite os conteúdos gratuitos do Blackbook!

Conteúdos gratuitos do app Blackbook - saiba como usar!

Você pode navegar pelo app e ter em mãos informações seguras para suas tomadas de decisões clínicas. Entenda mais sobre os conteúdos gratuitos do Blackbook e como tirar o melhor proveito mesmo sem ser assinante! O Blackbook reúne conteúdos de diversas especialidades (Clínica Médica, Pediatria, Enfermagem e outras) em um só lugar. A melhor ferramenta para decisões clínicas, porém, só pode ser usada de forma ilimitada pelos assinantes – que têm acesso a todas as informações a qualquer momento, tanto pelo celular quanto pelo computador ou tablet. Na tela principal do app, você vai notar que alguns desses conteúdos têm um cadeado. O símbolo indica que são rotinas ou grupos terapêuticos disponíveis apenas para os planos Premium. Mas sabia que existem vários conteúdos gratuitos do Blackbook muito úteis para o seu dia a dia profissional? Eles representam cerca de 20% do total e podem tirar suas dúvidas em momentos cruciais de um atendimento a pacientes. A seguir, você descobre como esses conteúdos gratuitos do Blackbook são escolhidos, quais são eles e como tirar o melhor proveito das informações. Confira! Como os conteúdos gratuitos são escolhidos? Os conteúdos liberados para não-assinantes foram escolhidos pensando no que o profissional da saúde mais precisará em momentos de urgência ou emergência. Então, as rotinas e medicamentos gratuitos, geralmente, envolvem temas de maior impacto na saúde pública. Detalhamos a seguir como fizemos as escolhas dos conteúdos gratuitos do Blackbook! Doenças agudas com alta mortalidade Doenças que podem levar a óbito em pouco tempo após os primeiros sinais e sintomas são algumas das grandes preocupações dos profissionais de saúde. É o caso do Acidente Vascular Cerebral (AVC) e do infarto, por exemplo. Pensando nisso, liberamos conteúdos relacionados a essas enfermidades e que sirvam de apoio para prescrições e outras decisões. Doenças crônicas com maior mortalidade Da mesma forma, priorizamos doenças crônicas com grande risco aos pacientes e que muito assolam a saúde brasileira. Como exemplo, podemos citar a diabetes melito e a hipertensão arterial. Temas de destaque Por fim, alguns conteúdos em destaque na mídia e na sociedade no momento são liberados para a consulta de todos os usuários do Blackbook. Assim, eles conseguem aprimorar seus conhecimentos, tirar dúvidas durante o plantão e se preparar para oferecer um atendimento completo a seus pacientes. Um exemplo é a parte de COVID-19, acessível a todos desde seu lançamento. Há também os conteúdos que liberamos motivados por datas marcantes e períodos em que determinada doença está em foco. É o caso das rotinas de Leptospirose e Dengue, Chikungunya e Zika, que estiveram liberadas gratuitamente nos meses de janeiro e fevereiro de 2023. Quais são conteúdos disponíveis na versão gratuita do Blackbook? Estas são as rotinas e medicamentos que você pode consultar livremente no Blackbook, mesmo se não for assinante! Rotinas e condutas Clínica médica Pediatria Enfermagem Rotinas gerais Grupos terapêuticos e medicamentos Os links mencionados neste texto redirecionam a navegação para os conteúdos no Blackbook Web. Se você estiver no celular, baixe o app para conferir as informações e funcionalidades do Blackbook! Disponível para iOS e Android. Como aproveitar os conteúdos gratuitos do app? Quer testar os conteúdos gratuitos do Blackbook antes de assinar? Sem problema! Você tem em mãos uma boa fonte de consulta para tirar dúvidas e estudar. Para acessar as rotinas de forma rápida e sem confusão, siga este passo a passo: Não deixe de navegar pelas funcionalidades do Blackbook, como: Com os conteúdos gratuitos do Blackbook, você já tem uma noção do que vai encontrar no acesso completo dos planos Premium. Note que são informações idealizadas por profissionais de referência em suas áreas de atuação, mas de forma acessível e direta. Ademais, é totalmente adaptado à realidade da saúde brasileira. Quer ter acesso aos conteúdos sem se preocupar com cadeados? Seja um assinante Premium! Você tem 7 dias gratuitos na assinatura de qualquer plano. BlackbookHá mais de 20 anos desenvolvemos conteúdo de saúde prático, confiável e inovador, que orienta os colegas da área da saúde nas melhores práticas clínicas.​ blog-blackbook.local

Demografia Médica no Brasil 2023: confira os destaques

Demografia Médica no Brasil 2023 - Blackbook

A Demografia Médica no Brasil 2023 é um levantamento realizado pela Associação Médica Brasileira (AMB) e a Faculdade de Medicina da USP. É um dos estudos mais completos que o país encontra todos os anos, com dados importantes para compreender a oferta de serviços e as características dos médicos em atuação no país. Sob coordenação do pesquisador Mário Scheffer, a sexta edição da pesquisa tem como eixos principais os estudos demográficos da população médica, de formação e profissão médica no país. Além disso, trata dos inquéritos acerca da Residência e da atuação profissional da Medicina brasileira. Vale conhecer esses dados para saber o que esperar da área para os próximos anos, qual o perfil dos profissionais na ativa e quais são as principais mudanças dos últimos anos. A seguir, confira um resumo com os principais insights sobre a pesquisa Demografia Médica no Brasil 2023!  Aumento no número de profissionais O Brasil tem 562.229 médicos registrados nos Conselhos Regionais de Medicina (CRMs). Isso significa que, para cada 1.000 habitantes, há 2,6 profissionais para atender suas necessidades – embora estes números não reflitam a realidade do país (e veremos mais sobre isso ainda neste conteúdo). A questão é que, nos últimos 13 anos, o número de médicos praticamente dobrou no país. Saímos de 219.896 profissionais em 2000 para 310.844 em 2010, enquanto as taxas de crescimento da população tiveram um crescimento menos acelerado (de 7,2% em 2000 e 4,8% em 2020). A projeção para os próximos anos é que o Brasil alcance um milhão de médicos em atividade até 2035 – o equivalente a cerca de 4,4 profissionais por habitantes. Um dos motivos que contribuem para esse aumento na oferta é a quantidade de vagas na graduação. Temos os seguintes números em 2023: A nova “fisionomia” da Medicina no Brasil Com o aumento do número de profissionais, algumas mudanças foram notoriamente percebidas. Por exemplo, a partir de 2024, as mulheres serão maioria dos registros em atividade no país. Até 2023, elas representavam 49,3%. A projeção é que cheguem a 56% até 2035. Outra característica marcante da Medicina no país é a redução na faixa etária, com médicos cada vez mais jovens. Nesse cenário, a população médica brasileira nos próximos anos será formada por mais 85% dos profissionais com menos de 45 anos. Desigualdades na saúde do país Apesar da boa relação de médicos para pacientes no Brasil até 2035, ainda há o desafio da má distribuição dos profissionais pelas regiões do país. Para se ter uma ideia, a densidade no Distrito Federal é de 8,29, enquanto no Pará é de 1,86. Mais preocupante ainda é que 70% dos profissionais estarão concentrados nas regiões sudeste, sul, além dos estados do DF e Paraíba. Enquanto isso, Amazonas, Acre, Pará, Maranhão, Amapá e Roraima terão apenas 5%, mesmo reunindo em seu território 11% da população brasileira. O mesmo se percebe na distribuição de médicos especialistas pelo país. Regiões como São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal chegam a ter de 219 a 402 profissionais para cada 100 mil habitantes. Já o Acre, Pará e Maranhão contam com apenas 63 a 73 especialistas pela mesma quantidade populacional. Graduação Ademais, vale observar um padrão que se repete há alguns anos. Há maior oferta de estudo no sudeste do país, com 150 cursos de graduação e mais de 18 mil vagas. São Paulo tem a maior porcentagem de espaços para estudantes com 22%, seguido por Minas Gerais (12%) e pelo Rio de Janeiro (7,7%). Enquanto isso, Amapá, Roraima e Acre juntos somam apenas 1% das vagas. Consultas médicas As consultas médicas, que passaram de 660 milhões no ano de 2019, também apresentam desigualdade. No Brasil todo, a média de consultas foi de 3,1 – número bastante inferior ao global, que é de 6,8. Ao mesmo tempo, estima-se que cada médico ofereceu 1.261 consultas pelo mesmo período. Especialistas x generalistas Até 2022, 321.581 dos médicos em exercício contavam com um ou mais títulos de especialista, um equivalente a 62,5% dos profissionais. Enquanto isso, 192.634 atuavam sem título em uma das 55 especialidades reconhecidas pela Comissão Mista de Especialidades (CME, apenas como generalistas. Temos também que 34% dos médicos especialistas tinham duas ou mais especialidades até a data da pesquisa. Por isso, quando se observa a quantidade de especialistas, esse número é maior que o de profissionais. Das especialidades mais populares no Brasil, que representam 56% dos registros totais, estão: Oftalmologia, Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Psiquiatria, Dermatologia e Medicina da Família e Comunidade completam as 13 especialidades mais procuradas das 55 listadas no Brasil. Vale ressaltar que o número de especialistas teve um aumento de 84,8% desde 2012 – em que o total de profissionais era 268.218. Um dos grandes responsáveis por esse crescimento é a expansão da Residência Médica, somada às melhorias de dados e registros aos quais a pesquisa teve acesso. Residência Médica Na Demografia Médica no Brasil 2023, os dados sobre Residência Médica também são interessantes. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), 789 instituições estavam credenciadas pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) para oferecer programas de residência. Ao todo, em 2021, eram 41.853 vagas ocupadas em todo o país. A pesquisa também fala sobre o financiamento de bolsas para Residência Médica, com valor mensal de R$ 4.106,09 (janeiro/2022) para 60 horas semanais. O Ministério da Saúde (MS) é o principal responsável pela concessão, com 40% da oferta. Em seguida, vêm o Ministério da Educação (21%), os Governos estaduais (19%), instituições e hospitais (17%) e prefeituras (3%). A região sudeste do país tem 56,1% dos residentes, enquanto o norte fica com apenas 3,6%. Só o estado de São Paulo sozinho reúne 33,3% dos profissionais em Residência. Destaques da pesquisa Confira este infográfico com os destaques da Demografia Médica brasileira 2023! A Demografia Médica no Brasil 2023 é um importante indicador, não apenas para registrar quantos médicos atuam no país. Também traz uma ideia de como a profissão se desenvolveu nos últimos anos e quais são os principais desafios enfrentados pela categoria, sobretudo