Blackbook

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5 dicas para estudar com o Blackbook

Estudar com o conteúdo Blackbook

Estudar com o Blackbook é uma aposta prática e muito eficiente de absorver o conteúdo – ainda mais com as ferramentas disponíveis. Descubra como tirar o melhor proveito do app nesta volta às aulas! O conteúdo Blackbook é usado há anos para encorajar as melhores práticas de saúde no país. Mas você sabia que também é uma ferramenta muito útil para os estudos? Além de reunir informações confiáveis e completas, tanto o app quanto a versão web contam com funcionalidades que otimizam a sua rotina de aprendizado. Estudar com o Blackbook é um jeito prático de rever as condutas e informações essenciais para o atendimento ao paciente em diversas áreas – da Atenção Primária à Pediatria. Desde o primeiro uso, você vai notar os benefícios, desde a formatação dos conteúdos à facilidade de navegação entre as páginas. Para auxiliar os estudantes de Medicina, residentes e pessoas que buscam atualização profissional, reunimos algumas dicas para tirar o melhor proveito do app. Saiba como estudar com o Blackbook de forma eficiente! 1. Consulte os conteúdos offline O Blackbook digital reúne o conteúdo dos 3 livros (Clínica Médica, Pediatria e Enfermagem), além de atualizações e novos capítulos. Pelo app, você consegue acessar tudo isso até mesmo sem internet. As rotinas, seções de medicamentos e outras informações essenciais estão sempre disponíveis no seu celular. Essa praticidade permite estudar com o Blackbook em qualquer momento oportuno. Por exemplo, se estiver na rua sem dados móveis, pode aproveitar esse tempo para rever as rotinas sobre alguma doença, navegar pelos links, fazer pesquisas de assuntos de seu interesse dentro do app e muito mais. Inclusive, é um conteúdo rico que pode otimizar o aprendizado de sala de aula. Afinal, são rotinas escritas por profissionais capacitados e com experiência nas áreas em questão. As condutas e abordagens descritas podem contribuir com percepções e conhecimentos complementares sobre as melhores práticas e de acordo com evidências científicas. 2. Confira a seção de medicamentos A seção de medicamentos do Blackbook é completa para consulta de princípios ativos ou nome comercial, doses e indicações, disponibilidade no SUS, recomendações para casos especiais, entre outras informações. Seja para uma pesquisa rápida ou para a comparação entre opções, é uma ferramenta bem interessante de usar nos estudos. Como acontece desde os livros Blackbook, o app não tem conflito de interesses com a indústria farmacêutica ou de insumos. Para quando chegar a hora de um atendimento em plantão, por exemplo, você tem à disposição as alternativas e toma as decisões de acordo com a realidade de seu paciente. Tudo isso com a segurança de consultar uma fonte confiável de referência de medicamentos que é atualizada e revisada continuamente há 20 anos. Ainda vale ressaltar que, assim como nas rotinas, a seção de medicamentos é adaptada à realidade brasileira (tanto no atendimento no SUS quanto na medicina privada). 3. Acesse os conteúdos em múltiplas telas Na hora de estudar, às vezes é preciso consultar diferentes assuntos para relembrar informações e ter uma compreensão completa, concorda? Com o Blackbook digital, essa prática será ainda mais fácil. Isso porque, além do app, você tem à disposição o Blackbook Web para abrir pelo navegador do notebook ou tablet. Por exemplo, enquanto pesquisa uma rotina pelo computador, pode abrir outro conteúdo pelo celular, navegar pelos links e assim por diante. Então, consegue estudar de um jeito mais produtivo, sem distrações ou perda de raciocínio. Usando a ferramenta de buscas, você encontra a informação de que precisa em instantes, tanto no app quanto no web. 4. Crie resumos de forma fácil e prática Ao baixar o Blackbook, você vai reparar que as informações são organizadas de forma intuitiva por áreas, temas, abas e cards, assim como nos impressos. Então, encontra conteúdos de rotina separados em “etapas” de abordagem, por assim dizer – “O que é”, “Quando suspeitar”, “Como confirmar” e “Tratamento”, por exemplo. Inclusive, foi essa organização visual que fizeram dos Blackbooks os livros mais vendidos na área da saúde. Mas o app é ainda melhor, já que você pode consultar as informações de forma mais rápida para acrescentar nos resumos. Outra vantagem de estudar com o Blackbook é a linguagem simples e descomplicada, como se estivesse consultando um colega ou professor à disposição para solucionar suas dúvidas. Isso sem falar nas imagens, que ajudam a diferenciar sinais e sintomas de doenças, além das principais características de lesões, entre outros. 5. Salve seus conteúdos preferidos Não quer perder o ponto em que parou a leitura? Ou viu algum conteúdo muito interessante para ler depois? Para essas e outras situações, você tem o Meu Blackbook. Ele funciona como uma pasta pessoal que te ajuda a deixar o app com a sua cara, bem personalizado de acordo com suas necessidades de uso. A ferramenta permite incluir quantos conteúdos você quiser, não há limitação. Da mesma forma, também dá para excluir a seleção sempre que preciso, deixando somente as informações que mais importam no momento. Estudar com o Blackbook é uma aposta certeira para aumentar sua produtividade e capacidade de absorção dos conteúdos. Tudo isso tendo a garantia de uma fonte confiável de pesquisa, com ferramentas eficientes para localizar as informações desejadas. Para ser protagonista da sua informação, o Blackbook é um excelente aliado! Quer uma volta às aulas com mais conhecimentos a agregar na sua formação? Então, seja um assinante Blackbook! Aproveite os 7 dias grátis para testar.

Leptospirose

Imagem: wirestock/Freepik

Imagem de wirestock no Freepik ATENÇÃO: O conteúdo a seguir foi desenvolvido para profissionais e estudantes da área da saúde. Não deve ser utilizado como fonte de consultas por pessoas leigas. Com o aumento do período de chuvas e, consequentemente, enchentes e inundações, cresce o número de contaminações por leptospirose. Acompanhe um resumo da rotina! A leptospirose é uma doença infecciosa causada por bactérias espiroquetas do gênero Leptospira, que acomete humanos e animais. Considerada uma zoonose humana e veterinária importante, ela é transmitida pelo contato com água e lama contaminados com urina de animais infectados – geralmente roedores. O risco é maior em áreas urbanas com condições precárias de saneamento e em regiões com risco aumentado de enchentes. Contudo, também há casos de infecção durante o trabalho ou recreação em águas poluídas. Nas próximas linhas, você encontra o resumo da rotina sobre leptospirose, um dos novos conteúdos do app Blackbook. Confira! Sinais e sintomas da leptospirose Os casos variam de leves e oligossintomáticos até casos graves. Os sintomas mais frequentes ocorrem na chamada fase aguda da doença (primeiros 10 dias), sendo predominantemente: No exame físico, a presença de hiperemia conjuntival é bastante comum e reforça o diagnóstico clínico da doença.  Na fase aguda, os casos são sempre leves e regridem em 3 a 7 dias. Contudo, em 15% dos pacientes, a doença pode evoluir na segunda semana para a chamada fase imune. Esta ocorre quando notam-se sinais de alarme de complicações como: A doença se divide em forma anictérica, mais leve, e na forma ictérica, que é mais grave e está relacionada ao acometimento de múltiplos órgãos. A leptospirose íctero-hemorrágica, forma mais grave da doença, também é conhecida como doença de Weil ou Weil-Vasiliev e corresponde a 5-10% do total de casos. Diagnóstico O diagnóstico da leptospirose é feito por exames sorológicos, como microaglutinação, ELISA ou imunofluorescência (mais disponíveis na prática). Ademais, por cultura ou testes moleculares (como reação em cadeia da polimerase – PCR) tanto no sangue ou na urina, sendo a comprovação laboratorial importante para fins epidemiológicos e de acompanhamento clínico. Algumas alterações laboratoriais são características das formas graves de leptospirose, como icterícia com predomínio de bilirrubina direta, elevação moderada das aminotransferases e aumento da ureia e da creatinina com hipopotassemia (ao contrário do que ocorre na maior parte dos casos de lesão renal aguda). Tratamento de leptospirose Além do tratamento suportivo, que varia conforme a gravidade da doença, é importante iniciar a terapia antibiótica o mais precocemente possível para evitar as complicações, mesmo antes da confirmação laboratorial – sobretudo nos casos com icterícia ou outros sinais de alarme de gravidade. Os casos leves podem ser tratados ambulatorialmente com doxiciclina ou amoxicilina, enquanto os casos graves são tratados com ceftriaxona, penicilina cristalina ou doxiciclina IV – sendo esta última preferencial quando o diagnóstico diferencial com febre maculosa ainda for uma possibilidade. Considerações importantes O diagnóstico diferencial envolve infecções virais agudas. Nas formas graves, vale considerar a possibilidade de dengue hemorrágica ou síndrome do choque da dengue, riquetsiose (febre maculosa), malária, sepse bacteriana e hantavirose e doenças não infecciosas, como vasculites autoimunes, púrpura trombocitopênica trombótica e síndrome hemolítica urêmica. A prevenção inclui evitar o contato com água ou solo contaminado, usar luvas e botas apropriadas ao trabalhar em áreas e situações de risco e alertar a população sobre os riscos e sintomas de alerta após situações de enchentes e alagamentos ou em áreas de alagamento periódico rotineiro. Este foi o resumo da rotina sobre leptospirose. No app Blackbook, você encontra detalhes a respeito de conceitos, sinais e sintomas, como confirmar o diagnóstico e formas de tratamento. Quer acessar os conteúdos completos? Então, não perca tempo e baixe o app Blackbook para conferir!

Como saber quais são os medicamentos disponíveis no SUS?

Como saber se prescrevi um medicamento disponível no SUS?

Receitar medicamentos disponíveis no SUS é um dos cuidados que o profissional da saúde pode adotar em prol da adesão ao tratamento. Saiba como encontrar essas informações de disponibilidade! Uma das grandes preocupações que afetam o médico prescritor é saber se o paciente vai utilizar o medicamento que foi receitado. Esse problema fica ainda pior quando o quadro clínico é grave e não pode ser acompanhado – ou nas situações em que a droga é de alto custo. De fato, a falta de adesão ao tratamento é um problema que envolve todos os profissionais de saúde. Quando o caso diz respeito especificamente ao tratamento farmacológico, porém, os principais envolvidos são médicos, enfermeiros e farmacêuticos. Cada profissional pode auxiliar da melhor maneira possível a envolver o paciente para descobrir os motivos da não adesão e tentar mudar essa realidade. Mas e quando o problema é o custo do tratamento? Profissionais da rede pública conseguem saber com facilidade os medicamentos disponíveis no SUS. Contudo, para aqueles que atuam no sistema privado de saúde, isso pode ser um problema. Alguns medicamentos relativamente novos, como a dapagliflozina, podem ser diferenciais em um tratamento, mas o alto custo poderia inviabilizar o uso pelo paciente. Afinal, uma caixa chega a custar mais de 200 reais. As drogas disponíveis na rede pública Os medicamentos disponíveis no SUS estão listados por categorias segundo o agente financiador e distribuidor. Dependendo da categoria, alguns documentos além da prescrição serão necessários. Isso acontece porque a distribuição de determinados medicamentos (principalmente os de alto custo) ocorre apenas para indicações específicas, e é preciso comprovar a necessidade através de laudos. A primeira lista que precisamos conhecer é a chamada RENAME: Relação Nacional de Medicamentos Essenciais. Ela é publicada a cada 2 anos e contém todos os medicamentos a serem disponibilizados na rede pública de saúde. Também se divide em 3 componentes: básica, especializada e estratégica. Básica Medicamentos do componente básico são distribuídos pelo município. Ou seja, são aqueles que a pessoa consegue pegar no posto de saúde, precisando apenas que a prescrição (em 2 vias) seja pelo nome da fórmula (ou nome genérico). Especializada Os medicamentos do componente especializado são, geralmente, distribuídos em um local centralizado, gerido pela Secretaria de Saúde do Estado.  Mas essa aquisição é um pouco mais burocrática: exige o preenchimento de um formulário, além das duas vias da receita e, em alguns casos, de laudo que comprove a necessidade. A documentação precisará ser aprovada para que o fornecimento ocorra. Estratégica Por fim, temos os medicamentos do componente estratégico, voltados para ações específicas de combate a doenças. Temos como exemplo medicamentos para HIV/Aids, malária, tuberculose etc. Essa distribuição geralmente ocorre nos postos de saúde e costuma estar atrelada ao cuidado com o paciente, que será acompanhado durante o tratamento. Nem todos os medicamentos listados na RENAME estarão disponíveis, pois estados e municípios, através de avaliações epidemiológicas periódicas, podem definir aqueles de que necessitam, criando assim as listas estaduais e municipais (REMUME). Todas essas listas, assim como a relação de documentos e o local de distribuição estão disponíveis na internet. Porém, em alguns casos, pode ser necessário entrar em contato com a secretaria de saúde local.  Medicamentos disponíveis no SUS: como encontrar no app Blackbook O Blackbook acredita que o custo do tratamento e sua disponibilidade são ferramentas essenciais para o prescritor. Por isso, colocamos essas informações em destaque: A primeira informação que aparece é o resumo. Nele, é possível verificar se existe genérico e se o medicamento é distribuído na rede pública ou pelo programa Farmácia Popular. Logo em seguida, mostra uma média de custo diário do tratamento, informação particularmente importante quando se trata de uso contínuo. No exemplo acima, podemos ver claramente a diferença nos custos do tratamento para duas opções utilizadas na insuficiência cardíaca. Na seção de medicamentos do Blackbook, também podemos verificar que o enalapril possui genérico e é distribuído na rede básica de saúde ou através do Programa Farmácia Popular.  Já a dapagliflozina não tem genérico, mas é distribuído pelo componente especializado da Assistência Farmacêutica, ou seja, pode ser adquirido após solicitação em farmácias centralizadas. O cuidado com a saúde vai muito além do diagnóstico e da prescrição. É essencial que o profissional de saúde esteja ciente do custo do tratamento, confirme que se trata de medicamentos disponíveis no SUS, e, principalmente, converse sobre isso com seu paciente. O custo não é o único empecilho, pois, dependendo do caso, os parâmetros burocráticos exigirão muita paciência e persistência do paciente ou de seus familiares. Expor os riscos e os benefícios e envolver a pessoa na tomada de decisão, dando a ela parte da responsabilidade, ajudará a estabelecer uma boa relação de confiança. Contar com o Blackbook nas tomadas de decisão clínica é simples. Quer saber como? Baixe agora o app para aproveitar esse e outros benefícios!

Hipertensão arterial

Cuidados com hipertensão arterial - Blackbook

ATENÇÃO: O conteúdo a seguir foi desenvolvido para profissionais e estudantes da área da saúde. Não deve ser utilizado como fonte de consultas por pessoas leigas. A hipertensão arterial é a doença crônica mais comum no adulto e o principal fator de risco cardiovascular. É assintomática, e seu diagnóstico depende da medida dos níveis pressóricos de forma periódica e frequente, sobretudo após os 55 anos, nos pacientes com obesidade abdominal e história familiar de hipertensão ou com outros fatores de risco cardiovascular. Nas próximas linhas, veremos um resumo da rotina sobre hipertensão arterial. Confira! Sinais e sintomas da hipertensão arterial Os níveis normais de pressão arterial no adulto são abaixo de 140 mmHg de sistólica e 90 mmHg de diastólica. Porém, pontos de corte de 130 x 80 mmHg podem ser mais adequados dependendo do nível de risco cardiovascular calculado e comorbidades. Em idosos acima de 80 anos, a meta pode ser de 150/90 mmHg. Manter a pressão arterial abaixo de 140/90 mmHg reduz risco de acidente vascular encefálico em 40%, de infarto agudo do miocárdio em 25% e de insuficiência cardíaca em 50%, com grande impacto na mortalidade. A hipertensão arterial é essencial ou idiopática em 95% dos casos. Nas demais situações é secundária a doenças nefrourológicas, renovasculares, coarctação da aorta, endocrinológicas, tumores, efeito colateral de drogas, etc., exigindo um diagnóstico diferencial cuidadoso.  Diagnóstico A técnica correta e os equipamentos adequados para a medição dos níveis pressóricos, além da repetição das medidas na mesma consulta e em visitas consecutivas, são essenciais para definir o diagnóstico e indicar o início do tratamento. É essencial reconhecer e evitar os principais erros de medição, assim como as técnicas de minimizar os efeitos do estresse e a “hipertensão do avental branco” (ou síndrome do jaleco branco). Os novos protocolos internacionais consideram a medida com equipamentos automáticos adequados tão confiável quanto a medida clássica por técnica auscultatória. A abordagem inicial combina a confirmação dos níveis pressóricos elevados, a busca de sinais clínicos de repercussão em outros órgãos e o cálculo do risco cardiovascular para definir o início do tratamento. A monitorização ambulatorial da pressão arterial por 24 horas (MAPA) e a medição residencial da pressão arterial (MRPA) são formas eficazes de diagnosticar os casos duvidosos ou monitorar melhor os efeitos do tratamento nos casos mais complexos. A automonitorização da pressão arterial é cada vez mais uma ferramenta auxiliar importante, tanto no diagnóstico como na adesão do paciente ao tratamento e no seu autocuidado. Os cuidados com o paciente hipertenso são um dos principais focos da Atenção Primária e devem ser multiprofissionais, envolvendo enfermeiros, agentes comunitários e demais profissionais disponíveis. Tratamento para hipertensão arterial O tratamento inclui o uso de medicamentos e mudanças no estilo de vida que ajudam a reduzir os níveis pressóricos ou melhorar os demais fatores de risco. É importante iniciar o tratamento farmacológico precocemente. Porém, a estratégia de controle inicial apenas com medidas medicamentosas é atualmente questionável em termos de eficácia, sobretudo nos pacientes com risco cardiovascular elevado (> 10%). Geralmente, inicia-se com monoterapia. Contudo, o uso de duas drogas combinadas já no início do tratamento pode ser mais adequado se os níveis pressóricos estiverem acima de 150/90 mmHg (hipertensão estágio II). Existem 4 alternativas principais de monoterapia (tiazídicos, inibidores de ECA, bloqueadores dos receptores de angiotensina e bloqueadores dos canais de cálcio). A escolha de um ou de uma combinação de dois deles deve considerar: No acompanhamento da doença, exames laboratoriais, ECG e ecocardiograma ajudam a monitorar os demais fatores de risco cardiovascular e as repercussões ou complicações da hipertensão arterial. O ajuste das doses deve ser feito em intervalos de 2 a 4 semanas até atingir os níveis alvo de pressão arterial. Casos especiais Os casos de hipertensão secundária exigem terapia clínica ou cirurgias corretivas de acordo com a causa primária. Na gestante, a hipertensão pode se apresentar como: Mais raramente, a hipertensão se apresenta como urgência ou emergência, com níveis muito elevados e repercussão aguda em órgão alvo. Este foi um resumo da rotina sobre hipertensão arterial no adulto. No app Blackbook, você encontra o conteúdo completo com conceitos gerais, quando suspeitar, como confirmar e indicações de tratamento. Se ainda não testou os benefícios do Blackbook, aproveite agora para baixar o app no seu celular! Os 7 primeiros dias de uso são gratuitos na versão premium, com todo o conteúdo na íntegra.